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Ao lado de Lula e Jerônimo, José Ronaldo assina contrato de financiamento de R$ 200 milhões com a Caixa

Foto: Divulgação

Ao lado de Lula e Jerônimo, o prefeito de Feira de Santana José Ronaldo (União Brasil), assinou um contrato de financiamento com a Caixa Econômica Federal no valor de R$ 200 milhões para a realização de obras de infraestrutura urbana no município. A assinatura ocorreu nesta quinta-feira (09) em Maragogipe, durante a visita do presidente ao Estaleiro Enseada.

O contrato de financiamento foi assinado em conjunto pelo prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo, e pelo presidente da Caixa, Carlos Vieira. Os recursos serão destinados a diversas ações de infraestrutura urbana, como abastecimento de água, drenagem, revitalização de bacias, estruturação de projetos de Parceria Público-Privada (PPP), além de pavimentação, calçamento e recapeamento.

A assinatura do financiamento ocorreu no contexto da visita presidencial ao Estaleiro Enseada do Paraguaçu, em Maragogipe, onde o presidente Lula cumpriu agenda para anunciar novos investimentos da Petrobras e do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) na Bahia. José Ronaldo, que é do União Brasil — partido que tem ACM Neto como vice-presidente nacional —, participou do ato ao lado dos líderes petistas.

Lula no Estaleiro 

O evento tem como foco a retomada da indústria naval e na reabertura da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen). As medidas devem gerar cerca de 6 mil empregos diretos e indiretos no estado, fortalecendo a economia regional.

Durante o evento, o MPor também apresentará um investimento de R$ 611,7 milhões destinado à construção de 80 embarcações para ampliar as atividades do setor naval e aquaviário. Desse total, R$ 550,5 milhões virão do Fundo da Marinha Mercante (FMM) — iniciativa do Governo Federal que financia a renovação e a reparação de embarcações no país. O programa tem potencial para gerar mais de 2 mil empregos diretos.

Até o momento, já foram entregues quatro embarcações e outras três estão em fase de fabricação. A expectativa é que os novos recursos impulsionem o renascimento do polo naval baiano, que já teve papel estratégico na economia do Recôncavo.