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“Todas as religiões tem que ter seu espaço”, diz Jadson Soares sobre Festival de Cultura Negra em Castro Alves

Foto: Bahia na Web/Vídeo

“Todas as religiões tem que ter seu espaço”, afirmou o prefeito de Castro Alves, Jadson Soares, sobre o II Festival de Cultura Negra que está sendo realizado na cidade às vésperas do Dia da Consciência Negra. O evento celebra a resistência do povo negro e a ancestralidade. Para o prefeito, o festival é uma forma de dar espaço a outras religiões e manter o respeito pelas religiões de matriz africana, sendo que essas são as mais discriminadas no Brasil.

“É importante demais essa data, né? O ex-prefeito mandou um programa de lei para a Câmara, instituindo essa data como uma data uma data religiosa de matrizes africanas como feriado, isso é importante, porque todas as religiões tem que ter seu espaço, isso é muito importante, dependente se for católica, se for evangélica, se for de matrizes africanas, dependente que seja, a gente tem que saber respeitar as religiões, isso é o diferencial. O respeito entre as religiões, quanto mais que as vezes que no Brasil, as vezes não, a maioria das vezes no Brasil a discriminação é muito grande, principalmente com as religiões de matriz africana,” afirmou o prefeito sobre a importância do evento.

A declaração foi dada durante entrevista ao repórter Leonardo Valente, do Blog do Valente, na noite de quarta-feira (19). Castro Alves também se prepara para os eventos de final de ano. Segundo Jadson, é comemorado o Dia do Evangélico, o Dia de Matrizes Africanas e o Dia da Padroeira da cidade. O prefeito afirmou que essa sequência de datas oferece ao município uma diversificação e respeito às religiões.

“A gente tem essa característica, né, de dar oportunidade a todos os tipos de religião. Dia 30 de outubro foi comemorado o Dia do Evangélico, agora é dia 20, Dia de Matrizes Africanas, o Dia do Festival de Cultura Negra. No dia 8 de dezembro, o dia da padroeira da cidade. Então é isso aí, essa diversificação é importante no município e o respeito que o gestor público tem que ter com a maioria ou com a grande parte ou com a totalidade das religiões,” disse.