
O banheiro da Praça São Benedito, em Santo Antônio de Jesus, foi alvo de vandalismo. Diante do problema, o radialista Léo Valente sugeriu, que os donos dos quiosques da praça fiquem responsáveis pela conservação e pelo controle dos banheiros, e que a Guarda Municipal faça rondas no local. Segundo ele, os responsáveis poderiam ficar com as chaves e liberar o acesso a quem precisasse usar o espaço.
“Sou a favor de que os donos de barraca fiquem responsáveis pelos banheiros. Tem o bônus de pagar uma taxa simbólica. Quem está na praça pública e ganha a concessão não paga o mesmo valor de quem está em um imóvel comum, normal — paga uma taxa bem mais baixa. E nessa concessão, nessa conversa em vez de colocar um banheiro e vocês terem a responsabilidade de botar um funcionário — o que poderia funcionar, mas nunca funciona. Deveria ser assim, mas nunca funciona —, o pessoal da prefeitura chega e diz: “Vocês vão ficar com a chave e quem quiser usar vai pedir a vocês, e entregar a vocês depois”, sugeriu.
Como segunda alternativa, Leo Valente sugeriu ao prefeito que coloque a Guarda Municipal na praça para fazer rondas e identificar possíveis responsáveis por atos de vandalismo. Segundo ele, caso alguém esteja armado ou a situação seja mais grave, a polícia deve ser acionada.
“Ah, e se algum vândalo bagunçar? Chama a polícia. Não era nem para chamar a polícia, porque essas praças tinham que ter, sabe o quê? Guarda Municipal fazendo ronda ali, circulando. Pegou, o pessoal é bagunceiro, tá armado, tá fazendo uma bagunça maior? Aí o guarda aciona a polícia. Mas enfim, eu já vi isso funcionar em algumas cidades”, sugeriu o radialista.
Segundo Leo, em outras cidades, é comum que os banheiros das praças fiquem sob responsabilidade dos comerciantes que trabalham nos quiosques. Ele citou locais onde os banheiros são instalados ao lado ou nos fundos das barracas, com uso individual, ou onde existe um espaço comum com controle e limpeza feitos pelos próprios proprietários.
Para o radialista, a conservação dos banheiros também beneficia os comerciantes, já que problemas como abandono e mau cheiro afetam o próprio espaço onde eles trabalham. “O que fica bom até para vocês, porque quando está abandonado é ruim para vocês. Quando está com mau cheiro, é ruim para vocês.”


